Redação final dos Planos de Manejo dos Parques Nacionais do Cabo Orange e Montanhas do Tumucumaque e da Reserva Biológica do Lago Piratuba
Contratante: Cooperação Técnica Alemã - GTZ
Período: 2008
Este projeto aprofunda as inovações iniciadas nos planos de manejo dos Parques Estaduais do Ibitipoca, Serra do Brigadeiro e Itacolomi. No encarte 5 do plano é introduzido o Project Charter, documento básico para a gestão de projetos.
Implementação da Gestão Estratégica na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas - SDS
Contratante: Cooperação Técnica Alemã - GTZ
Período: 2007
Num processo pioneiro na área ambiental brasileira, o sócio-diretor da R. A. Consultoria e a MPA - Desenvolvimento Organizacional desenvolveram o Sistema de Gestão Estratégica para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas - SDS. A gestão estratégica vai muito além do simples planejamento. Ela consiste em fazer com que a estratégia definida seja sistematicamente acompanhada e, se for preciso, redefinida para garantir que a visão de futuro, objetivo maior da organização seja alcançada. Num período de 60 dias foram definidas a missão, a visão de futuro, os objetivos estratégicos e mapa estratégico do Sistema SDS e de todas as 5 Secretarias Executivas Adjuntas e 4 órgãos vinculados. Também foram definidos os indicadores e as metas de cada setor, bem como montado o painel de gestão à vista para acompanhamento das metas. Através do painel de gestão á vista, o gestor tem uma visão instantânea de todos os resultados sob sua responsabilidade, das dificuldades encontradas, podendo se antecipar e realizar correções de rumo com maior facilidade.
Fotos do evento


Redação final dos Planos de Manejo dos Parques Estaduais do Ibitipoca, Itacolomi e Serra do Brigadeiro em Minas Gerais
Contratante: Projeto Promata - MG e Tanigusch & Pinto Consultoria Ltda
Período: 2007
Os planos de manejo elaborados no Brasil têm recebido muitas críticas. Miguel Milano, um dos grandes especialistas brasileiros em gestão de UCs, ressalta a baixa qualidade e a mínima utilização dos planos de manejo que foram desenvolvidos recentemente no Brasil. Marc Dourojeanni, presidente da Fundação Pró-Natureza, destaca que um defeito comum nos planos de manejo elaborados no país é a grande desproporcionalidade entre a parte descritiva, que é muito extensa, e as partes analíticas e propositivas, muito breves, genéricas e de escassa utilidade prática. Ressalta ainda a falta de realismo desses planos, em geral feitos para um mundo ideal, sem limitações de recursos financeiros nem humanos.
O Projeto Promata - MG propôs a elaboração de planos de manejo totalmente inovadores no Brasil. No termo de referência constava que os planos deveriam constituir um instrumento estratégico e gerencial de trabalho para que a equipe responsável pela admistração do parque conduzisse suas ações para atingir os objetivos. Reforçava que as recomendações de manejo propostas deveriam ser aplicáveis e realistas, de utilidade prática e imediata para a equipe de gerenciamento das unidades.
Para superar a expectativa de inovação apresentadas pelo Promata, cumprir os requisitos exigidos e evitar os erros apontados por Milano e Dourojeanni, a R.A. Consultoria propôs a inclusão de novas ferramentas no plano de manejo. Propôs-se que os planos sejam fundamentados de acordo com o manejo adaptativo. Foi introduzida a modelagem de sistemas ambientais para explicitar como as ações antrópicas podem estar afetando os ecossistemas da unidade de conservação. Com essa ferramenta buscou-se integrar todos os conhecimentos gerados na fase de diagnóstico do plano. No planejamento foi introduzido o Balanced Scorecard. Com isso, para todos objetivos a serem alcançados pela UC foram criados indicadores, metas de desempenho e planos de ação realistas, distribuídos entre os programas de manejo. Com o acompanhamento dos indicadores será possível medir a implementação do plano e a realização dos ajustes necessários como preconizado pelo manejo adaptativo.
Desenvolvimento e implantação do Sistema de Gestão para as Áreas Protegidas de Minas Gerais (SIGAP)
Período: 2006 -2007
Contratante: Projeto Promata - MG
O Sistema de Gestão para as Áreas Protegidas (SIGAP), do Instituto Estadual de Florestas, foi desenvolvido totalmente alinhado com as concepções do Estado para Resultados implantadas pelo governo Aécio Neves. Provavelmente, trata-se de uma das primeiras propostas que conseguiu levar as concepções do Estado para Resultados até o nível operacional mais básico de uma instituição governamental. Tem como base as mais modernas ferramentas gerenciais da atualidade, tais como o método PDCA, o Gerenciamento pelas Diretrizes e algumas das idéias do Balanced Scorecard (BSC).O SIGAP buscou definir algumas metas que deverão ser alcançadas pelo Sistema Estadual de Áreas Protegidas (SEAP) e em seguida desdobrá-las por todos os níveis hierárquicos do IEF: da Diretoria de Áreas Protegidas (DAP) até as unidades de conservação.
O SIGAP permitirá, no futuro, que a diretoria possa estabelecer metas diferenciadas para cada unidade de conservação e realize o acompanhamento, em tempo real, do desempenho da unidade de conservação em relação a meta e ao cumprimento do planejamento elaborado. A implementação do SIGAP envolveu a concepção do Sistema, o treinamento dos gestores em gestão para resultados e na operação do sistema.
Fotos das oficinas do SIGAP

